Posts Tagged ‘séries’

A melhor série de todos os tempos

12/01/2011

Este post é, na verdade, um apelo aos queridos amigos e leitores gênios na arte do download. Explico: outro dia, por ocasião de uma conversa qualquer, fiquei pensando em quais eram minhas séries favoritas. Sempre que me fazem essa pergunta, a resposta vem certa: “Lost”, “Seinfeld”, “Grey’s Anatomy”, “Friends” e “House”. Sim, eu gosto demais destes programas. Mas a verdade é que meu seriado favorito, do fundo do coração, atende pelo nome de “Fawlty Towers”.

Trata-se de uma pequena pérola da televisão produzida pela BBC inglesa nos anos 70, escrita e protagonizada por John Cleese, meu Monty Python favorito. Ele é Basil Fawlty, o dono de hotel mais absurdo de que o mundo já teve notícia, e administra o local com a ajuda da mulher e de dois funcionários, um garçom e uma recepcionista. É isso. Quatro personagens, um roteiro sensacional e piadas nonsense que fizeram a alegria da minha adolescência quando a TV a cabo apareceu pela primeira vez lá em casa e trouxe o Eurochannel para a minha vida.

Buscando mais informações sobre a série, descobri que foram gravados apenas 12 episódios, o que significa que certamente eu já vi tudo. Mas fiquei saudosa. E queria baixar. É aí que entra a sagacidade dos meus leitores gênios. Alguém imagina onde eu posso encontrá-los? Confesso que sou um tanto ruim nesta arte de procurar links para download e não me entendo bem com o Sr. Torrent. Ajudem essa pobre alma. E enquanto isso, divirtam-se com um trechinho da série (está em inglês, com legenda em uma língua que não identifico…).

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O final de Lost e mais cartazes incríveis

04/05/2010

Não sei se está acontecendo com todas as outras pessoas que, desde 2004, acompanham a saga dos sobreviventes do vôo 815 da Oceanic numa ilha maluca que tem ursos polares, bolsões eletromagnéticos, é a rolha do mal e tudo o mais. Mas tenho que confessar que o final de “Lost” está me dando um aperto no coração. Independentemente de toda a discussão sobre a qualidade da última temporada, as questões não respondidas, etc, etc, vai ser estranho não ficar esperando a semana inteira para baixar um episódio que só te deixa com mais vontade que a outra semana chegue logo. E de correr para a internet para ler todos os comentários assim que acaba. E assim, sucessivamente, durante uns 4 ou 5 meses, até vir aquela mid-season do inferno e te deixar esperando pela próxima temporada. Meses a fio. Depois de seis anos acostumada a essa rotina, vou ter que achar outro objeto de vício.

Mas todo esse preâmbulo sentimental foi apenas para apresentar o trabalho do designer Gideon Slife, que descobri nesta matéria do UOL Cinema. Ele cria cartazes para cada um dos episódios da série, desde a primeira temporada. São de um bom gosto incrível e, além de imagem e nome do episódio, trazem uma frase importante dita naquele capítulo. Ele ainda está no quinto ano da série, mas posta em seu Flickr um novo poster todos os dias. Muito nostálgico ficar navegando pelas imagens de seis, cinco, quatro anos atrás. A verdade é que não lembrava de um milhão de coisas. E outro milhão de coisas, vamos admitir, foram só enrolação mesmo. Mas, além de trazer de volta à memória alguns dos meus episódios favoritos (como “Greatest hits“, quando chorei litros, e “Through the looking glass“, o melhor final de temporada de todos os tempos), os cartazes do Sr. Slife reacenderam o meu projeto de, ao final da série, assistir tudo de novo. Será que eu consigo? Acho que só assim vou me desapegando aos poucos.

The big gang bang theory…

07/04/2010

Sem brincadeira, a indústria de filmes pornôs é fascinante (@oclebermachado feelings). Não sei se isso é grande novidade para quem acompanha os lançamentos, mas li ontem na internet sobre duas séries que eu adoro e que ganharam (ou vão ganhar) versões salientes. A notícia de “Big Bang Theory: a XXX parody” eu achei no Judão, que dá a sinopse resumida do filme: “Quando quatro gênios percebem que os únicos peitos que eles já viram foi em seus sonhos molhados com uma certa princesa espacial escravizada, eles fazem as contas e criam uma equação para atrair jovens ninfomaníacas. Com uma grande convenção de quadrinhos chegando, eles tem um curto espaço de tempo para testar a fórmula em sua linda vizinha Penny, suas gostosas colegas de trabalho e garotas safadinhas de cosplay”.

Já a versão de “Glee”, que vai se chamar “This ain’t Glee XXX”, será produzida pelo mesmo pessoal que administra a revista Hustler. Segundo a matéria do G1, os caras já fizeram uma paródia safada de “Star trek” e ainda planejam lançar uma inspirada em “Avatar”. Haja imaginação!

PS: Ok, confesso que escrevi esse post só para poder usar o título. Adorei o trocadilho! Rá!

Um bom começo

25/03/2010

Depois de promover um concurso para eleger o melhor pôster de filme, no ano passado, o festival South by Southwest resolveu incluir mais um item inusitado na sua lista de prêmios. Este ano, o evento de música e cinema que rola em Austin, no Texas, premiou também as melhores sequências de abertura de filmes e séries.

Foram 18 finalistas e, no fim das contas, quem levou foi a abertura do filme “Zombieland”, que é realmente incrível (“todo mundo gosta de zumbis”, disse um amigo outro dia).  Mortos-vivos, sangue e violência – tudo isso em câmera lenta e com trilha sonora do Metallica. Não tinha como dar errado.

O mais votado pela audiência, que venceu também um dos prêmios especiais do júri, foi um filme bem desconhecido chamado “earthwork”, assim com letra minúscula mesmo. Tão desconhecido que não há sinal dos tais créditos iniciais em toda a internet. Fiquei curiosa porque, de tanto procurar, acabei lendo sobre o filme, que parece interessante: conta a história de Stan Herd, um cara que faz obras de arte de grandes proporções com elementos naturais. Ele planta, utiliza pedras, troncos de árvore, essas coisas.  Se alguém achar, posta aí nos comentários! A outra sequência premiada pelo júri foi a do filme “Enter the void”, dirigido pelo Gaspar Noé. Como tudo que é feito pelo franco-argentino (ele mesmo dirigiu a abertura junto com Tom Kam), não é para pessoas sensíveis. O protagonista do filme é um viciado em drogas e, aparentemente, Noé quer que a gente se sinta meio chapado logo de cara. É muita informação, luzes, cores, letras. Aquela galera que desmaiou vendo Pokemón não deveria nem chegar perto deste vídeo.

A introdução de “Zombieland” é genial, mas não foi meu vídeo favorito. Entre os que assisti, fico com os créditos de “Cirque du freak: The Vampire’s Assistant”, filme que não deve ser grande coisa, mas começa com uma sequência de animação fantástica. O site da produtora responsável pelos créditos é uma gracinha e vale a visita. Acho que só é possível assistir ao vídeo lá, também não encontrei no Youtube.

Outro concorrente que conquistou meu coração foi a abertura da série “Bored to death”, da HBO, que estou prometendo baixar há séculos e sempre deixo para depois. Quem sabe agora finalmente eu tomo coragem. Porque, olha, tudo que tem Jason Schwartzman me agrada.

No quesito “infância feelings”, as meninas irão fatalmente se identificar com a introdução de “Community“, uma dessas séries de high school cujos créditos iniciais reproduzem uma brincadeirinha que fazíamos dobrando papelzinho… (se alguém souber o nome, por favor,  manifeste-se)

Fiquei tentando lembrar de outras sequências de abertura memoráveis no cinema (ou na TV) mas não veio nada… alguém?