Posts Tagged ‘internet’

Fofurices aleatórias

27/07/2011

Vocês se lembram do Chat Roulette, aquele site onde era possível conversar com pessoas por vídeo aleatoriamente e que acabou virando mais uma ferramenta de difusão de putaria na internet, né? Outro dia encontrei o Cute Roulette, uma versão só de fofurices. Se você é daqueles que faz “ohnnnn” quando assiste a vídeos de criancinhas bonitinhas e bichinhos engraçadinhos, se joga nesse aí. É um tal de gatinhos brincando numa caixa, hamsters tocando instrumentos musicais, cachorrinho com cara de quem caiu da mudança e outras coisinhas lindinhas da mamãe. Se não gostar de algum, é só clicar no “next cuteness”. Ohnnnn…

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Redes sociais em modelo retrô

05/08/2010

Vi no Urlesque ainda agorinha estes cartazes vintage sensacionais da agência de publicidade brasileira Moma. Eles criaram propagandas retrô de Youtube, Skype e Facebook, estilo anos 50, para um seminário chamado Maximídia. O trabalho é parte de uma campanha chamada “Tudo envelhece rápido”.  Colocaria fácil, fácil na minha parede.

Uma mãozinha para fazer videoclipes

29/07/2010

O Mashable postou, esta semana, uma lista bem legal de clipes e projetos musicais colaborativos, a palavrinha favorita dos especialistas em cultura digital. A receita que inclui uma relação estreita entre fãs e artistas, a maravilhosa e revolucionária internet, além da ajudinha de uma boa ideia, pode dar resultados bem interessantes.  Na lista do site estão o The Johnny Cash Project, sobre o qual eu já falei aqui, e o clipe do Sour, “Hibi no Neiro”, também já citado neste humilde blog.

Entre os outros exemplos, destaco três. A banda holandesa C-Mon & Kypski lançou o site “One frame of fame” com o objetivo de angariar colaboradores para o clipe “More is less”. Até agora, quase 20 mil pessoas já participaram do projeto, que é bem simples. Você entra no site, a banda te mostra um frame do vídeo, você imita a pose para a webcam e, voilá, está pronto. Depois, eles misturam as imagens da galera às deles mesmos. Bem legal:

Outra iniciativa bacana é a do clipe “I’ve got nothing”, do ChartJackers. Mas é o típico caso da ideia ser mais legal que o resultado final. Promovido pela BBC e pelo Youtube, o projeto pretendia arrecadar grana para a campanha Children in need, popular no Reino Unido. A letra da música foi escrita a partir de comentários encontrados no Youtube, a melodia foi feita pelos usuários do site, que se inscreveram ainda para formar a banda que tocou a canção. As imagens do clipe, interpretações literais da música, foram enviadas também por internautas. Parece que não rendeu o dinheiro esperado, mas vale a olhada.

Por fim, o clipe incrível de “Dull flame of desire”, parceria da islandesa Björk com o cantor Anthony Hegarty (o “Anthony and the Johnsons”), foi dirigido por três pessoas diferentes. A história começou com a música anterior da cantora, “Innocence”. Björk lançou na internet um concurso para escolher um clipe dirigido por um fã. Os inscritos agradaram tanto que ela selecionou três para colocar “Dull flame of desire” na tela. Ela e Anthony gravaram a si mesmos em frente a uma tela verde e entregaram tudo para que três diretores – um na Espanha, um na Alemanha e outro no Japão – fizessem o que desse na telha. O resultado é muito bom:

O Mashable ainda dá uma bela dica, que certamente vai me render horas navegando: o site Genero.tv. Os artistas estabelecem parcerias com o portal e promovem concursos para escolher, entre vídeos enviados pelos fãs, o clipe oficial de sua música. Os vencedores ganham um monte de prêmios e os artistas ainda economizam… O único que eu vi foi o escolhido para a canção “Wait for me”, do Moby. Coisa fina:

Johnny Cash a 7680956 mãos

05/07/2010

Meu dia fica até mais feliz quando descubro algo incrível como o The Johnny Cash Project. Dirigido pelo americano Chris Milk, que já assinou videoclipes de artistas como Kanye West, U2 e Audioslave, o projeto pretende criar um “retrato vivo” do Homem de Preto a milhares de mãos. Funciona assim: usando uma imagem modelo, uma ferramenta de desenho e um tanto de inspiração, cada um pode criar um frame para o vídeo de “Ain’t no grave”, canção do álbum póstumo de Cash lançado em fevereiro deste ano.

Todas juntas, as imagens se convertem num videoclipe cujo desenvolvimento não acaba nunca. A ideia é que mais pessoas participem a cada dia e que haja várias versões para o mesmo frame. Consequentemente, é possível assistir a várias versões do mesmo clipe. O próprio site dá opções: pode-se optar pelos desenhos mais realistas ou mais abstratos, entre outras categorias. Tô pensando em fazer um.

Aperte o play e vá parar no Guggenheim

16/06/2010

Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. A frase é velha, o cinema era novo, mas a máxima ainda vale para quem tiver pretensões de participar da Youtube Play, primeira Bienal do Vídeo Criativo, que rola em outubro, numa parceira entre o site de vídeos do Google e o museu Guggenheim. A câmera nem é item obrigatório. Pode ser substituída por um celular, por exemplo. Mas a ideia na cabeça é. E tem que ser criativa. O concurso, que já tem quase 5 mil inscritos, vai escolher cerca de 20 vídeos para serem exibidos no Museu Solomon R. Guggenheim, em Nova York, e simultaneamente também nas filiais de Berlim, Bilbao e Veneza.

A curadora-chefe do Guggenheim, Nancy Spector, explica, no vídeo de apresentação, que o objetivo do concurso é levar as mídias digitais para dentro do museu e aprender com este fenômeno, uma vez que arte deve ser sempre transformadora. Para se inscrever, basta ter uma conta no Youtube, fazer o upload e ir à página do Youtube Play. O vídeo pode ser em animação, narrativo, documentário, videoclipe ou em qualquer outro formato. Basta ser inovador e original. Um júri de especialistas escolherá os finalistas, que serão exibidos no dia 21 de outubro. Depois, todos ficarão disponíveis também na página do Youtube Play.

Fiquei aqui tentando pensar em vídeos criativos que eu já tenha visto na grande rede. Certamente já houve milhares, mas a memória é mesmo uma das minhas piores inimigas. Então, deixo dois dos meus exemplares favoritos com vocês. Um é o clipe “Hibi no neiro”, da banda japonesa Sour, uma gracinha feita de boas ideias e ajuda dos fãs. E o outro é o vídeo em stop-motion do meu querido Zé Brandão, feito para o baile Curinga. É super divertido e combina com a sensacional música do Hypnotic Brass Ensemble.

Alguém indica outros?

Um filme por minuto (ou menos)

29/03/2010

Muitos filmes para assistir e tão pouco tempo…. o site Movie-a-minute encontrou a solução para os cinéfilos desesperados. Os engraçadinhos se propuseram a resumir longas inteiros, dos clássicos ao cinema contemporâneo, em poucas frases. “Pegamos os filmes e extraímos as partes importantes, cortando toda a enrolação (você se surpreenderia com a quantidade de enrolação em alguns deles)”, explicam os rapazes. O resultado, claro, é um besteirol, mas alguns são muito engraçados. São mais de cem obras na lista para quem quiser se divertir. Meus favoritos:

Todos dizem eu te amo, Woody Allen

Woody Allen

I’m neurotic.

Audience

We know.

Woody Allen

Yes, but this time I’m going to sing about it. (bursts into song)

THE END

Jerry Maguire, Cameron Crowe

Tom Cruise

Check it out. I’m a smooth, popular sports agent.

Boss, Girlfriend, Friends

You’re fired. I’m leaving you. You suck.

Tom Cruise

I will solve my life crisis by discovering my inner self. (discovers inner self)

Boss, Girlfriend, Friends

I’ll double your salary. Let’s get married. You rule.

Tom Cruise

Check it out. I’m a smooth, popular sports agent.

THE END

O sexto sentido, M. Night Shyamalan

Haley Joel Osment

I see dead people.

Bruce Willis

Try talking to them.

Haley Joel Osment

It worked.

THE END

Garotas selvagens, John McNaughton

(There is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST.)

THE END

(Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST. Then there is a PLOT TWIST.)